Bem-vindo (a)! Aqui você encontrará textos de minha autoria, vídeos de ministrações, entrevistas, podcasts, esboços de palavras ministradas, músicas, experiências missionárias, parte do meu aprendizado, discipulado e caminhada cristã. Minha oração é para que aqui você encontre quem me encontrou: meu Senhor, Jesus Cristo!
segunda-feira, 12 de setembro de 2016
sexta-feira, 9 de setembro de 2016
FÉ
Rev. Antônio Carlos Barro
ESTUDO 5
I. INTRODUÇÃO
A. O arrependimento é
o aspecto negativo da conversão.
B. A fé é o aspecto
positivo da mesma conversão.
II. O SIGNIFICADO DE FÉ
A. Fé Objetiva:
Aquilo que se acredita, isto é: o credo, o cristianismo. Uso limitado nas Escrituras,
principalmente nas Pastorais. É mais usado na teologia. A fé objetiva só existe
por causa da fé subjetiva.
B. Fé Subjetiva: A fé
é depositada em Cristo, neste caso consiste na entrega da vida aos cuidados do
Salvador. A pessoa tem o desejo de ser como Cristo e o Espírito Santo passa a
operar nesta vida.
C. Fé Virtude:
Resultado da fé subjetiva na vida diária (Gl 5.22).
III. OS ELEMENTOS DA FÉ
A. O elemento
intelectual (notitia)
1. Consiste no reconhecimento da verdade e a pessoa aceita tudo o que
Deus diz nas Escrituras, especialmente quanto a depravação total do ser humano
e acerca da redenção que há em Cristo Jesus.
2. Este conhecimento da fé é algo seguro, certo, incontestável. Hb 11.1,
faz com que as coisas invisíveis para o crente sejam realidades. A certeza
dessa fé parte do próprio Deus e nada pode abalar isso.
3. Para se ter essa fé é necessário oferecer a pessoa o mínimo para que
possa exercitar a sua fé.
B. O elemento
emocional (assentimento)
1. O momento existencial da vida da pessoa que deixa de considerar o
objeto da fé como algo separado e indiferente, e começa a sentir-se vivamente
interessado por ela.
2. A pessoa abraça a fé salvadora com um profundo sentimento de aquilo é
verdade. Isso satisfaz a sua vida, sua existência.
C. O elemento
volitivo (fiducia)
1. É o elemento culminante da fé. É a confiança em Cristo.
2. A fé é também assunto da vontade que determina a direção da alma, um
ato da alma que sai em direção ao objeto e o apropria.
IV. A FÉ PRODUZ
A. Esperança, Rm 5.2
B. Alegria, At 16.34;
1 Pe 2.6
C. Paz, Rm 15.13
D. Confiança, Is
28.16, cf 1 Pe 2.6
E. Ousadia na
Pregação, Sl 116.10 cf. 2 Co 4.13
V. ALGUMAS IDEIAS SOBRE A FÉ
A. Os Reformadores
ensinam que a fé que justifica não justifica por alguma eficácia meritória ou
inerente, senão que é um instrumento para receber ou reter o que Deus prometeu
nos méritos de Cristo, cf Ef 2.8-10.
B. Consideraram esta
fé como um dom de Deus e somente na forma secundária, como atividade do ser
humano em sua dependência de Deus.
C. A fé é mais do que
uma mera opinião. É uma certeza imediata. É uma convicção fundamentada sobre o
testemunho e envolve confiança.
segunda-feira, 5 de setembro de 2016
ARREPENDIMENTO
Rev. Antônio Carlos Barro
ESTUDO 4
I. INTRODUÇÃO
A. Junto com a fé,
são os dois ingredientes necessários para que haja conversão.
II. OS ELEMENTOS DO ARREPENDIMENTO
A. Um elemento
intelectual. Há uma mudança de opinião, um reconhecimento do pecado com a culpa
pessoal, a corrupção e a incapacidade que envolve. Ver Rm 3.20 comparado com
1.32. Se o arrependimento não é acompanhado pelos outros elementos que se seguem,
pode manifestar-se como o temor do castigo, ainda que careça do ódio ao pecado.
B. Um elemento
emocional. Há uma mudança de sentimento que se manifesta em tristeza pelo
pecado cometido contra um Deus santo e justo. Sl 51.2, 10, 14. Se é acompanhado
do elemento seguinte é uma tristeza de Deus, porém, se não é acompanhado é uma
tristeza do mundo, que se manifesta em remorso e desespero, 2 Co 7.9,10; Mt
27.3; Lc 18.23.
C. Um elemento
volitivo. Há um elemento da vontade que consiste na mudança de propósito, um
íntimo voltar-se do pecado e uma disposição a buscar o perdão e a pureza, Sl 51.5,
7, 10; Jr 25.5. O elemento volitivo inclui os outros dois elementos e é o
aspecto mais importante do arrependimento, At 2.38; Rm 2.4.
III. O CONCEITO BÍBLICO DO ARREPENDIMENTO
A. As Escrituras
ensinam que o arrependimento é um ato interno e não deve confundir-se com a
mudança de vida que flui dele. A confissão de pecados e a reparação dos erros cometidos,
são frutos do arrependimento.
B. Arrependimento é
uma condição negativa e não um meio positivo de salvação. Ou seja, o
arrependimento não constituí uma obra meritória que dê bases para a salvação. Ainda
que o arrependimento seja o dever do pecador, não cumpre as demandas da lei em
relação as transgressões passadas.
C. O verdadeiro
arrependimento somente existe em conjunto com a fé e jamais separado da mesma. Os
dois elementos fazem parte da mesma volta - um regresso do pecado em direção a
Deus. São partes do mesmo processo, e que se complementam.
IV. OS MOTIVOS DO ARREPENDIMENTO
A. O pecador
experimenta a bondade de Deus, Rm 2.4; o amor de Deus, Jo 3.16; e o desejo
ardente de Deus em ver os pecadores salvos, Ez 33.11; 1 Tm 2.4.
B. O pecador experimenta
a inevitável consequência do pecado, Lc 13.1-5; da demanda universal do
evangelho, At 17.30; a esperança da vida espiritual, Jo 3.16; e a afiliação no
reino de Deus, Mc 1.15.
quinta-feira, 1 de setembro de 2016
CONVERSÃO
Rev. Antônio Carlos Barro
ESTUDO 3
I. INTRODUÇÃO
A. Mediante uma
operação especial do Espírito Santo, a regeneração leva à conversão.
B. A conversão pode
ser uma crise repentina e aguda na vida do indivíduo, porém, geralmente vem de
maneira gradual.
II. A IDEIA BÍBLICA DA CONVERSÃO
A. Conversões
Temporais
1. Pessoas que não apresentaram uma troca de coração
2. A parábola do semeador, Mt 13.21-21
3. Himineo e Alexandre, 1 Tm 1.19-20
4. Ver também 2 Tm 2.17-18; 4.10; Hb 6.4-6 e 1 Jo 2.19
B. Conversões
Verdadeiras
1. A conversão verdadeira nasce de uma tristeza santa e desemboca em uma
vida de devoção a Deus, 2 Co 7.10.
2. É uma troca cuja raiz está na obra de regeneração. Envolve a
convicção de que a primeira direção da vida era néscia, equivocada e
transtornava o curso inteiro da vida.
3. Existem dois lados da conversão:
a. Conversão ativa: É o ato de Deus por meio do qual ele faz com que o pecador
seja regenerado em sua vida consciente, para voltar-se a Deus com
arrependimento e fé.
b. Conversão passiva: O ato consciente do pecador regenerado por meio do qual ele mediante da graça divina
volta-se para Deus com arrependimento e fé.
C. Conversões
Freqüentes
1. Depois de convertida a pessoa que tem uma queda temporal nos caminhos
de pecado volta-se para Deus. A sua volta para Deus pode ser chamada de
conversão.
Ap 2.5, 16, 21 e 22 e 3.3, 19.
2. Conversão no sentido salvador é um ato único que não se repete.
III. AS CARACTERÍSTICAS DA CONVERSÃO
A. Na conversão a
pessoa desperta para uma garantia de que todos os seus pecados estão perdoados
na base dos méritos de Jesus Cristo.
B. A conversão não se
dá na vida subconsciente do pecador, mas no seu consciente. Esta conversão está
intimamente ligada com a regeneração.
C. A conversão marca
o princípio consciente da morte da velha vida e o surgimento da nova vida. O
pecador, conscientemente, abandona a vida de pecado e busca a santidade de
Deus.
D. No sentido mais
definido da palavra a conversão é um ato único que não se repete mais.
IV. O AUTOR DA SALVAÇÃO
A. Deus é o autor da
conversão. Somente Deus pode ser considerado o autor da criação, Sl 85.4; Jr
31.18; Lm 5.21.
B. O indivíduo
coopera na conversão. Devemos ressaltar que existe uma certa cooperação humana
na salvação. Is 55.7; Jr 18.11; Ez 18.23, 32; 33.11; At 2.38, 17.30.
Fonte: http://www.monergismo.net.br
Assinar:
Postagens (Atom)